Às vezes o
silêncio se instala;
Às vezes o
tempo passa tão rápido;
Às vezes nem
notamos
E já vivemos
tantas coisas.
Cada momento
crava recordações
Na nossa
história.
E a rotina nos
toma de asma
Só para ela,
todos os versos.
Mas, de vento
em vento,
O doce ar que
nos rodeia
Enche-nos de
poesia...
Só nos cabe
transbordar.
Linhas vão
surgindo,
Palavras se
combinam
No mais
entrelaçado estado
De se deixar
dizer.
Depois de uns
jantares,
De mais uns
jantares quaisquer,
Vem uma
inesperada sobremesa
Em fôrma de
papel.
Desenformá-la-emos
em linhas
Que mesmo
tortas
Delineiam apenas
mais um poema
Para acalmar a
saudade de escrever.
19 de fevereiro
de 2015
Néli Lima

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